Itelvina nasceu na comunidade cigana. Tem os olhos mais bonitos que o padre já viu. Passa pela igreja, dia sim, dia não, e deixa uma sandes de queijo e presunto no poial. O padre, que acha que Itelvina tem os olhos mais bonitos que já viu, assobia agora para um pardal que caiu morto, com o calor, no pátio da capela. Arregaça as mangas da batina, está na hora.